Pages

Quarta-feira, Março 28, 2012

I ♥ Own!

Vocês sabem que eu amo né? E já faz um tempo que está em alta. E não, eu não comecei a gostar porque firou febre RS, já tinha até falado sobre isso aqui e aqui. Mas mesmo que não gosta, vai começar, quando ver essas imagens! AI AI 






















Imagens: http://parafernalhasdemulher.blogspot.com.br/


É de matar, né? RS



Conhecendo as marcas: DIOR

Gente, ontem minha professora disse que Yves Saint-Laurent tinha trabalhado pra marca e eu não sabia... Fiquei boba com a minha ignorância. SÉRIO. Então tá ai!

Fonte: Mundo das Marcas (conhecem esse site? Muito bom, fala de qualquer marca que você quiser! RS)


A marca CHRISTIAN DIOR é um ícone da moda de alta costura. Inventou o chamado “New Look”, que ao longo de sua história fez a própria tradução física dos sonhos e da fantasia humana através de seus vestidos. A marca é, talvez, a mais influente, chique e glamorosa do fascinante e extravagante mundo da alta costura. Fruto da cabeça criativa e inovadora, que adorava romper e quebrar tendências, do estilista Christian Dior.
-
A históriaConsiderado o new look da moda internacional até hoje, Christian Dior era uma pessoa de temperamento difícil e complicado, mas conhecia seu ofício quando desenhava seus croquis para a alta costura francesa. O estilista nasceu na cidade de Granville, balneário conhecido como a Mônaco do norte da França, em 21 de janeiro de 1905. Na época, a família Dior tinha uma boa situação financeira, seu pai era um próspero comerciante de fertilizantes, o que lhe garantiu uma infância e juventude tranqüila. Seriam as roseiras de sua mãe, Madeleine, que inspirariam o futuro estilista a criar seus modelos florais e orientais para, como dizia ele, “embelezar as mulheres”. Mesmo com o grande interesse em artes, especialmente o desenho, estudou ciências políticas, por influência de seu pai, com a intenção de seguir uma carreira diplomática. Após terminar o curso, gastou seu tempo viajando pela Europa, até que, em 1927, abriu uma galeria de artes, em sociedade com o amigo Jacques Bonjean. Eles chegaram a expor alguns trabalhos de amigos como Christian Bérard.
-
-Em meados de 1934, Dior enfrentou uma grave doença. E o que é pior, não podia contar mais com o dinheiro da sua família que, desde 1931, atravessava vários problemas financeiros. Em 1935, recuperado e disposto, começou a desenhar croquis para o Figaro Illustre, jornal parisiense que os publicava semanalmente na seção de alta costura. Depois de conseguir vender uma coleção de desenhos de modelos de chapéus, o inventivo Dior elaborou croquis de roupas e acessórios para várias maisons de Paris, até que, em 1938, ingressou de cabeça no mundo da alta costura ocupando o cargo de assistente do estilista suíço Robert Piguet. Nesse ínterim, explodia a Segunda Guerra Mundial e Dior foi convocado para a batalha, na qual atuou como soldado do corpo de engenheiros.
-
-Em 1941, já trabalhando na Maison do estilista francês Lucien Lelong, conheceu o francês Pierre Balmain, que depois se tornaria um grande e importante estilista francês. Nessa altura, o estilista, então com 41 anos de idade, almejava ter a sua própria Maison e conseguiu concretizar o sonho com a ajuda financeira do então magnata e empresário dos tecidos, Marcel Boussac, no dia 16 de dezembro de 1946 com a fundação da The House of Dior. O lendário endereço, em Paris, o número 30 da Avenida Montaigne é o mesmo até os dias de hoje. No dia 12 de fevereiro de 1947 lançou sua primeira coleção chamada “Carolle Line” que contava com a revolucionária saia na altura do tornozelo, apelidada pela redatora da conceituada revista americana Harper’s Bazaar, Carmel Snow, de “New Look” (novo visual). Contendo inúmeras variações e novidades para época, a coleção se tornou um sucesso imediato, principalmente pelos ombros arredondados, cinturas acentuadas, saias rodadas, vestidos suntuosos, fartos, com cintura bem fininha e ombros à mostra. O modelo que se tornou o símbolo do “New Look” foi o tailleur Bar, um casaquinho de seda bege acinturado, ombros naturais e ampla saia preta prissada, que vinha quase até a altura dos tornozelos. Luvas, sapato de salto alto e chapéu completavam o figurino.
-
-Além de causar fascínio pela sua elegância e luxo, o conceito do New Look vinha carregado de extravagância e exagero: vestidos tradicionalmente feitos com 5 metros de tecido, agora usavam até 40 metros. Ele conquistou de cara o mundo da alta costura pela ousadia e por causar impacto com suas roupas – afinal, para ele, “as peças eram feitas não somente para serem bonitas, mas também para chocar”. O estilista conseguiu mudar o conceito de praticidade e simplicidade das roupas femininas, até então uma necessidade dos tempos de guerra e uma tendência da moda criada por Chanel. Após alguns anos de reclusão, a mulher pós-guerra queria se sentir novamente feminina e estava ansiosa em recuperar a elegância e o luxo verdadeiro. Nos bailes, que à época se sucediam aos jantares, as mulheres ricas e célebres compareciam usando Dior. O estilista criou modelos extremamente femininos, luxuosos, sofisticados e elegantes, inspirados na moda da segunda metade do século 19. Os vestidos eram mais longos, o busto mais acentuado, a cintura bem marcada e as saias amplas.
-
-Ainda em 1947 foi fundada a divisão de perfume, conhecida como Parfums Christian Dior, que iniciou suas atividades com o lançamento da fragrância Miss Dior, um verdadeiro clássico até os dias de hoje. Em apenas um ano, a coleção New Look teve mais de dez mil encomendas. A volta por cima da beleza feminina fez a cabeça de mulheres célebres como Eva Perón, Grace Kelly e Marlene Dietrich. Em 1949, dois anos após a inauguração, a Maison Dior já era responsável por mais de 5% das exportações francesas. Nesta época, Christian Dior já tinha uma casa de prêt-à-porter de luxo em Nova York, além de estar bem estabelecido para assinar contratos de licenças com empresas americanas. No ano de 1954, ele mudou tudo com a apresentação da linha H (H de haricot vert, uma vagem comprida): nada de busto e cintura apertada. Dior inovou mais uma vez ao imprimir estilo com vestidinhos tubulares que escondiam as formas. O vestido-saco revolucionou de forma surpreendente cabeças e corpos. Também criou modelos luxuosos, com muita seda e tule bordado, além dos vestidos de tecidos transparentes, com saias sobrepostas e comprimentos dos mais diversos.
-
-A linha Y surgiu em 1955 e mostrava um corpo longo com a parte superior mais pesada, além de golas grandes que se abriam em forma de V. A linha A trouxe vestidos e saias que se abriam a partir do busto ou da cintura para formar os dois lados de um A. Com apenas 52 anos de idade e dez anos depois de fundar sua Maison, Christian Dior morreu precocemente em 23 de outubro de 1957 após sofrer um ataque cardíaco fulminante. Deixou um verdadeiro império do luxo, com 28 ateliês e 1.200 empregados. Os números impressionavam: em dez anos de existência, foram vendidos mais de 100 mil vestidos, um milhão e quinhentos mil metros de tecido decorados e 16 mil croquis realizados. Além disso, ele ingressou no mercado de massa em Nova York, foi capa da revista Time (segurando a inseparável tesouro de costura), e, ao democratizar suas criações, foi acusado de banalizar a cultura francesa. Estava adiante de seu tempo. Inaugurou lojas DIOR na Inglaterra, México, Cuba, Canadá e Japão. Para assumir a direção de criação da grife, após sua morte, foi escolhido o então jovem e talentoso Yves Saint-Laurent, que provocou protestos dos discípulos de Dior por ter criado peças poucos tradicionais para a marca, como jaquetas de couro e vestidos curtos.
-
-Em 1962, Saint-Laurent resolveu abrir sua própria Maison, e em seu lugar assumiu Marc Bohan, um estilista francês mais experiente. Seus modelos mais influentes foram apresentados em 1966, baseados no filme Dr. Jivago, com casacos amplos de cintura apertada, vestidos longos e botas. No final desta década, dois acontecimentos foram de extrema importância para a marca: em 1967 a inauguração da primeira loja exclusivamente masculina (DIOR HOMME) e, em 1969, o estabelecimento da divisão de cosmético, que seria responsável por consolidar a marca DIOR ainda mais como um ícone do segmento de luxo. A partir de 1989, o italiano Gianfranco Ferré, em uma clara tentativa de renovação da Maison, foi escolhido como o novo nome da marca CHRISTIAN DIOR. Logo em sua primeira coleção ganhou o Dedal de Ouro oferecido pela empresa Helena Rubinstein ao melhor estilista de cada temporada. Em 1990, lojas sofisticadas da DIOR foram inauguradas em lugares luxuosos de Nova York, Los Angeles e Tóquio.
-
-Desde 1997, o inglês John Galliano é o designer da grife e responsável pela criação das coleções de alta costura e prêt-à-porter feminino. E chegou para incendiar a marca francesa. O estilista assumiu o posto criativo da CHRISTIAN DIOR com o respaldo de nada menos que Bernard Arnault, o todo-poderoso do grupo LVMH, influente conglomerado do segmento de marcas de luxo, que havia adquirido a grife em 1984. Ao colocar Galliano, um rebelde, inglês e iniciante, à frente da Maison Dior, os franceses ficaram chocados. Porém, apenas um ano depois, a marca voltou a dar dinheiro. John Galliano causou uma reviravolta na DIOR. Houve dois “escândalos”, no bom sentido da palavra, que fizeram com que a marca voltasse aos bons tempos: a simples contratação de John Galliano e a “coleção dos mendigos”, que causou frisson ao desfilar modelos vestidos como mendigos na passarela. O estilista é convencido de que o esquisito, mesmo chocante, vende. Já colocou nas passarelas trapezistas, acrobatas chineses, monges Shaolin, freiras e esfinges. Considerado um gênio rebelde, o estilista comandante da DIOR falava pouco em público, mas não precisava disso para virar notícia. Em um dos seus últimos desfiles de alta costura, modelos exibiram vestidos em estilo império, recobertos de bordados preciosos. Enquanto isso, uma banda de hard rock tocava e destruía seus instrumentos a chutes e pauladas. Recentemente, no início de março de 2011, o estilista, filho de um encanador inglês e de uma espanhola, depois de ter sido suspenso de suas atividades após ter sido detido em Paris, acusado de insultos antissemitas, foi demitido pela marca francesa. O italiano Riccardo Tisci foi nomeado novo diretor criativo da maison.
-
-A linha do tempo1949 
 Lançamento do icônico perfume DIORAMA.
1953
 Lançamento do Eau Fraîche, primeiro perfume unissex na história do segmento.
1955
 Lançamento de sua primeira linha de batons, composta por oito tonalidades de vermelho, cor que se tornaria símbolo da DIOR.
1956 Lançamento do perfume DIORISSIMO, baseado no lírio do vale, flor predileta do designer.
1963 Lançamento do perfume DIORLING.
1966
 Lançamento da primeira fragrância masculina chamada Eau Sauvage.
1967 Lançamento da primeira coleção BABY DIOR, especialmente criada para crianças de 0 a 4 anos.
1968 A marca uniu a moda e a beleza ao lançar uma linha de maquiagens chamada Hydra Dior.
1969
 Lançamento da EXPLOSION OF COLOR, uma completa e moderna linha de maquiagens composta por blush, pós, delineadores, entre outros itens.
1970
 Revolucionou ao introduzir o desfile de produtos de maquiagem, mostrando cores e tendências que marcaram época, estabelecendo a DIOR como uma gigante no mundo da moda.
1972
 Lançamento do perfume DIORELLA, um verdadeiro “sopro de ar fresco”.
1973
 Lançamento da linha para tratamento da pele chamada Hydra Dior.
1975 Lançamento do BLACK MOON, primeiro relógio da marca DIOR.
1979
 Lançamento do perfume DIORESSENCE.
1980
 Lançamento do perfume masculino JULES.
1983
 Lançamento do CAPTURE, um creme antienvelhecimento que possuía em sua formulação lipossomas, micro-cápsulas que penetram na pele e previnem o envelhecimento.
1985 Lançamento do POISON, um dos perfumes de maior sucesso da grife francesa.
1988 Lançamento do perfume masculino FAHRENHEIT, que se transformaria em um fenômeno de vendas.
1991
 Lançamento do perfume feminino DUNE, que ganharia sua versão masculina seis anos mais tarde.
1995 Lançamento do perfume DOLCE VITTA em sua tradicional embalagem amarela.
 Lançamento da bolsa Lady Dior. O nome é uma homenagem à princesa Diana.
1996
 Relançamento da coleção de óculos da grife ao comando de John Galliano. Os primeiros óculos com a marca DIOR foram lançados no final da década de 60.
1998 Lançamento do perfume HYPNOTIC POISON.
1999
 Lançamento do J’ADORE, um perfume refrescante com misturas de orquídeas, violetas, rosas e um tipo especial de almíscar. O perfume foi batizado com esse nome graças à expressão usada constantemente por John Galliano (traduzida do francês, significa “eu adoro”).
 Lançamento da famosa bolsa saddle bag, modelo em forma de sela com alça curta. Todos os anos esse modelo ganha novas versões, aumentando ainda mais a legião de fãs.
2001 Em janeiro, o estilista francês Hedi Slimane estreou a nova DIOR Homme, aclamada como uma das melhores coleções de moda masculina da atualidade, com pitadas de androginia e glamour do rock’n roll.
2002 Lançamento do perfume feminino FOREVER and EVER.
 Lançamento do perfume ADDICT.
2003
 Lançamento do perfume feminino CHRIS 1947 em homenagem a fundação da grife.
2005 Lançamento dos perfumes MISS DIOR CHÉRIE (para um público feminino mais jovem) e DIOR HOMME.
2006
 Lançamento do DIOR CAPTURE TOTALE, primeiro produto anti-idade baseado em uma profunda pesquisa tecnológica e sociológica, que oferece resultados extraordinários e conta com tecnologias de vanguarda em sua composição, com a utilização do Complexo Alpha-Longoza.
 Lançamento da DIOR GAUCHO, bolsa extravagante com grandes fivelas e chaves penduradas, que rapidamente se tornou a preferida de celebridades como Sienna Miller, Keira Knightley, Penélope Cruz e Gisele Bündchen. Inspirada nos pampas, o modelo tem versões de jeans, náilon e couro.
2007
 Lançamento do perfume feminino MIDNIGHT POISON com o slogan “A new Cinderella was born”. O novo perfume é uma mistura perfeita de rosa da Bulgária, jasmim, flor de laranjeira, baunilha e sândalo.
2008
 Lançamento do DIOR PHONE, um luxuoso celular com acabamento de diamantes incrustados e couro de jacaré. Além de câmera, tela touchscreen e o nome da marca, o aparelho vinha com um mini-celular, apelidado de “My Dior”, que servia para prender do lado de fora da bolsa ou colocar no bolso, para quando alguém ligar, não ser preciso revirar toda a bolsa para atender a chamada.
2009
 Lançamento do DIOR SÉRUM DE ROUGE, um batom cuja textura saturada com ingredientes ativos e enriquecida com puros pigmentos enche os lábios de cores luminosas e destacam sua aparência dia após dia. Para ajudar no combate ao tempo, principal causa da perda de volume e descoloração dos lábios, o Centro de Inovação Dior desenvolveu um exclusivo complexo de ingredientes ativos que age tanto na superfície quanto no interior dos lábios. Dia após dia, eles recuperam sua firmeza e curvas suntuosas. Claramente definido, o contorno dos lábios se torna mais proeminente e reconquista seu tom rosado natural.
--
A jóia da coroaA loja âncora (chamada em inglês de flagship store) da DIOR na Avenue Montaigne 30, em Paris, foi re-inaugurada recentemente para ser reconhecida com uma das mais luxuosas do planeta. A reforma fez parte das comemorações pelos 60 anos da grife francesa e a reabertura contou com a presença de celebridades como Sharon Stone, Elton John, Juliette Binoche e Monica Belluci. Entre as novidades do projeto assinado pelo arquiteto Peter Marino estão um salão de sapatos exclusivos para clientes VIPs, com os modelos apresentados na última coleção de alta-costura, e frases na parede escritas “Look Good” ou “J’adore” pelo artista Rob Wynne. A idéia foi criar um clima “residencial” dentro da loja, resgatando elementos do legado de Christian Dior. A loja ampliou seus salões para a coleção prêt-à-porter e deu maior destaque para as bolsas. Os modelos Samurai e Gaucho, além da clássica Lady Dior em novos materiais são as atuais campeãs de vendas na DIOR.
-
-Dados corporativos
● Origem: França
● Fundação: 16 de dezembro de 1946
● Fundador: Christian Dior
● Sede mundial: Paris, França● Proprietário da marca: LVHM
● Capital aberto: Sim 
● Chairman: Bernard Arnault
● CEO: Sidney Toledano
● Estilista: Ricardo Tisci
● Faturamento: €4.5 bilhões (estimado)
● Lucro: €500 milhões (estimado)
● Lojas: 220● Presença global: 150 países● Presença no Brasil: Sim (2 lojas)
● Maiores mercados: Europa, Ásia e Estados Unidos● Funcionários: 5.000
● Segmento: Moda de luxo
● Principais produtos: Roupas, sapatos, perfumes e acessórios
● Ícones: O próprio estilista Christian Dior● Website: www.dior.com


-
A marca no BrasilA marca desembarcou no Brasil oficialmente em 1999 com a inauguração da loja na Rua Haddock Lobo em São Paulo. Recentemente, com a abertura da Villa Daslu, a segunda butique da DIOR, também em São Paulo, foi inaugurada. O luxo está presente por todos os lados, a começar pelo mármore do piso, que veio da Turquia. Os móveis são italianos, o carpete é da Tailândia e o sofá e as poltronas são Luis XV, da França. A butique tem nada menos do que 190 metros quadrados e é uma das lojas mais moderna do mundo da DIOR.
-
-Recentemente, em 2010, seguindo a estratégia mundial da marca e visando a oportunidade de crescimentos ambiciosos em um país em destaque no cenário econômico mundial, a filial brasileira fez investimentos arrojados, apostando em espaços de beleza personalizados, batizados de DIOR COSMOTIC COUNTER, onde o cliente desfruta de uma luxuosa experiência com os produtos da marca. Estes espaços únicos de beleza proporcionam prazer a todos os sentidos. A iluminação dos visuais e a maquiagem atraem o olhar. Os envolventes aromas das fragrâncias incitam o olfato. A textura dos tratamentos DIOR é um presente ao tato. Todas as áreas desse espaço personalizado provocam o desejo de sentir os produtos e deixar-se levar pela beleza. O DIOR COSMOTIC faz parte da estratégia mundial da marca para manter uma comunicação única em qualquer perfumaria ou loja de departamento de luxo do mundo.
--
A marca no mundoA marca, que já revelou estilistas como Yves Saint-Lauren, Gianfranco Ferré e John Galliano, têm sua sede no famoso endereço Avenida Montaigne 30, na cidade de Paris, contando com mais de 220 lojas próprias nos endereços mais exclusivos do planeta, e seus produtos podem ser encontrados nas mais sofisticadas lojas de departamento do mundo. Seu principal mercado é a Europa, que corresponde a 53% das vendas da marca, seguida da região da Ásia-Pacífico com 24% e dos Estados Unidos com 23%.
-
Você sabia?
 A marca tem toda sua linha de cosméticos desenvolvida no Dior Science Observatory, um centro de inovação localizado em Paris, onde aproximadamente 200 pesquisadores criam produtos com texturas surpreendentes, sistemas de hidratação únicos da pele e formulações revolucionárias.


Desejo do dia! - Caviar nas unhas!

Claro que não é caviar mesmo, mas parece e é lindo e eu quero agora. MORRI


Segunda-feira, Março 26, 2012

(Ins)piração do dia - Cílios de Boneca!

Quem não gosta de uma make a la Laranja Mecânica


Fonte: Kipling Fanpage

Trend ALERT: P&B


Depois de todas aquelas temporadas com o "colorblokings" coloridérrimos, nesse inverno só vai dar PRETO&BRANCO.
Coco Chanel foi uma das maiores estilistas da história da moda. Muito a frente de seu tempo, ela criou combinações que são vistas até hoje no nosso guarda-roupa. O vestidinho preto BFF de todas as horas, a bolsa a tiracolo e as sapatilhas bicolores são prova disso.
Ícone da moda clássica e contemporânea, o duo Preto & Branco volta aos highlights para dar um toque de elegância e sobriedade ao Inverno 2012. E saber combinar P&B é um dos melhores truques que uma mulher pode aprender na vida. Com essas duas cores e peças básicas, podemos conseguir visuais completamente diferentes, mas muito charmosos.

O romântico nem sempre precisa ser feito de tons pastéis e estampas florais. O P&B compõe looks Lady Like muito bem. Combinar camisas e saias garantem um visual delicado e super elegante. Aposte em acessórios inusitados, como um maxi colar ou um acessório de cabelo, para ficar mais irreverente e ter um elemento surpresa!
O duo também pode fazer uma combinação mais rocker, se você misturar acessórios descolados e peças com pesos diferentes, tipo camisa branca e jaqueta de couro. Para manter a atitude nem aí, aposte em um rasgadinho na calça, cabelo bagunçado, ou até em uma camisa mais podrinha. Nos pés, não pense duas vezes: ankle boot ou coturno! Mas se você quiser fazer a linha rocker arrumadinha, pode optar por um salto meia pata – que além de lindo é super confortável.

Roubar uma ou duas peças do guarda-roupa do namorado não é pecado, é estilo ;D Sapatos oxford, camisas mais soltinhas, blazers e suspensórios são alguns itens super versáteis, mas que não deixam a feminilidade de lado. Afinal, a graça de looks tipo Boyish é o contraste das peças e da atitude. E, com a ajuda do preto e branco, além de parecer mais adulta, você fica ainda mais phyna.
E ai, o que acharam, vão arriscar esse combinação nesse inverno?

Domingo, Março 25, 2012

A carreira de moda é uma ilusão? - Lopes Store


Conheça os desafios da carreira de moda que há muitos anos sofre preconceito no mercado de trabalho e saiba se é nela que está a sua vocação


Desfiles, revistas, peças caras e tecidos finos. É isso que você conhece sobre a indústria da moda? Se você está pensando em ingressar nessa carreira e acredita que vai ser fácil, melhor ter certeza se é isso que você quer.

A indústria da moda é o segundo setor que mais emprega no País. As áreas em que um profissional formado pode trabalhar são as mais diversas, indo de estilismo e modelagem a imagem pessoal, passando por revistas, figurinistas e engenheiros têxteis.

Mas nem tudo na carreira são flores. A profissão é apaixonante, mas segundo a coordenadora do curso de Design de Moda da faculdade Anhembi Morumbi, professora Eloize Navalon, “a moda é um mundo de muita ralação. Aqueles 20 minutos de desfile durante as fashion weeks são apenas um milésimo do trabalho que acontece, antes e depois.”

A estudante de Moda Paloma Montanaro, 19 anos, sentiu na pele a pressão do mundo da moda. Segundo ela, as pessoas têm preconceito com a área e acreditam que você está desperdiçando a sua inteligência, mas a área exige muito trabalho, na verdade.

“No começo da faculdade já passou pela minha cabeça desistir. Não por eu ter me decepcionado com o curso, mas pelo fato de ser muito puxado e eu achar que não ia dar conta. Mas depois de um tempo você se acostuma com o ritmo”, contou.

O ponto de vista é confirmado pela coordenadora do curso de Moda da Faculdade Santa Marcelina, professora Raquel Fulchiron. Ela afirma que os alunos entram na faculdade com um olhar muito glamurizado sobre a profissão, e lembra que “nenhuma ideia cai do céu”. “É preciso ter muita pesquisa e organização. Planejamento é fundamental para ter noção da coleção como um todo”, garante.

E conseguir essa noção não é uma coisa que acontece do dia para a noite. Nessa carreira é necessário ser curioso, pró-ativo, antenado com as novas tendências e tecnologias. É preciso ter uma vasta bagagem cultural para trabalhar com moda, que deve ser construída ao longo dos anos, como comenta a estudante de moda Giovanna Isnenghi, 18 anos.

Para ela, apesar de o mercado oferecer várias opções de trabalho, ainda é muito difícil de entrar. “A concorrência é muito grande nessa área, por isso é importante ter um diferencial, talvez um intercâmbio que aumente a sua bagagem...”

Mas moda não é apenas criar, como lembra o professor coordenador do curso no SENAC, Lázaro Eli. Ele explica que os alunos saem da faculdade acreditando que vão trabalhar apenas em criação, e se esquecem de levar em conta as necessidades do mercado.

“É necessário construir um nome no mercado. Os alunos ficam frustrados, pois o mercado exige demais deles. É necessário ter noção de como manipular o produto... É fundamental pensar no público e nos custos antes de sair por aí produzindo”.

Esse foi um dos fatores que levou a estudante Vivian Isawa Faria, 18 anos, a decidir abandonar a carreira após três meses e meio. Vivian sempre gostou de se envolver na criação de peças, mesmo que essas não fossem “usáveis”, mas percebeu que moda não gira apenas em torno de

“Dentro da faculdade eu percebi que gosto de moda, mas não o suficiente para construir minha vida em cima disso. Gosto mesmo é da parte de criação, ter uma ideia e desenvolvê-la. É possível fazer isso em moda, mas mercado, tendências... Tudo isso tem de ser levado em conta, também. Então decidi que moda pode ser um hobbie para mim”, disse.

No final das contas, o que deve ser levado em consideração na hora de escolher é aquele velho conselho: trabalhe com aquilo que você mais gosta. O mercado nesse segmento é bastante amplo e você vai encontrar algo com que se identifique. A carreira de moda é muito trabalhosa, mas também é sedutora e gratificante.

COMENTE: Você estuda Moda? O que mais gosta? A carreira é uma ilusão? Já pensou em desistir? Deixe abaixo o seu depoimento. Queremos saber o que você pensa. 


Fonte: Lopes Store


Oi gente, eu não acho que a carreira seja uma ilusão, mas acho sim, que às vezes pessoas fazem moda e se iludem achando que é uma coisa que não é. Como qualquer outra área quem vai ser bem remunerado é que realmente é bom no que faz, e é preciso correr muito atras. Comecei meu curso agora e estou tendo que ler muito mais que meu namorado que faz Direito, que é um curso famoso porque se ter que ler muito. Na minha turma tem muitas pessoas que está na cara que estão "iludidas" e outras que logo se vê que não nasceram para isso. Acho que não podemos generalizar. O preconceito sobre quem faz moda existe, isso é fato. Mas não podemos deixar que esse preconceito influencie no que você realmente quer fazer no seu futuro. Quando eu disse que ia fazer moda, foi uma briga na minha família, quase ninguém me apoiou e hoje veem o curso com outros olhos. Tenho uma amiga que se formou em Biomedicina, está fazendo mestrado e ainda sim não consegue arrumar um emprego descente. É assim, devemos focar no que queremos para o nosso futuro e estudar e correr atras para que o que queremos possa ser realmente o que alcançamos.





Quinta-feira, Março 22, 2012

Conhecendo as marcas: HERMÉS

Ontem meu professor falou sobre ela, eu fiquei curiosa e resolvi pesquisar.


Fonte: Mundo das Marcas




Seus lenços são estampados com cavalos, escudos reais e índios. Suas bolsas e acessórios são escandalosamente laranjas em formatos estranhos. Seriam cafonas se não fossem assinadas pelo bom gosto da marca francesa HERMÈS (se pronuncia “êrmés”), sinônimo mundial de sofisticação em artigos de luxo com suas peças elegantes. A marca se especializou em vender sonhos, em traduzir, através de seus produtos, sua filosofia de trabalho e sua forma de enxergar o mundo, como confirma a frase “os melhores presentes vem em uma caixa laranja”. A marca francesa representa o que há de melhor (e mais caro) no mundo do luxo.
-
A história
A tradicional e sofisticada marca francesa HERMÈS, que ficou conhecida mundialmente pela cor laranja, começou sua história em 1837 quando um seleiro, Thierry Hermès, abriu uma oficina em Paris onde vendia acessórios em couro como baús para carruagens, selas, rédias, estribos, cintos com porta-moeda, botas e luvas (tanto longas como curtas). A oficina, localizada na parte de Paris conhecia como Grands Boulevards, onde na época soavam os cascos dos cavalos, foi chamada inicialmente de Caléche, que depois daria nome a um dos mais conhecidos perfumes da grife. Em 1880 foi instalada uma sofisticada loja no número 25 da rue Faubourg Saint-Honoré, época em que o filho de Thierry tomou conta dos negócios e passou a vender selas de cavalos para a aristocracia. Com o advento do automóvel, a marca se reinventou. A técnica do pesponto no couro foi adaptada às linhas de bagagens, bolsas e carteiras em 1918. Uma das novidades da década de 20 foi o lançamento, em 1923, das bolsas com zíper, uma grande novidade para época. Ainda nesta década, seu neto, Émile-Maurice, começou a desenhar roupas feitas de couro de veado. Isto culminou com o lançamento da primeira coleção feminina no ano de 1929.
-
O principal negócio da empresa era a produção artesanal de peças de couro, apesar de ter-se tornado famosa por dois produtos: lenços de seda com motivos eqüestres e a bolsa de couro em forma de trapézio chamada “Kelly”. Esta bolsa deve a Grace Kelly a fama internacional que conquistou. A bolsa de couro Grace Kelly foi criada em 1935 e tinha um formato que lembrava um trapézio e a alça curta. O nome, adotado oficialmente em 1956, foi uma homenagem da marca à princesa de Mônaco, afinal ela jamais se separava da sua bolsa HERMÈS, principalmente em suas freqüentes aparições na cultuada revista americana Life.
-
Em 1940, quando a Segunda Guerra Mundial fez praticamente sumir o estoque da embalagem de cor bege utilizada pela grife, precisou ser trocada pela única cor disponível: laranja. Era o início do surgimento de um símbolo da marca. Rapidamente, ter um produto embalado numa caixa laranja, sua cor oficial, passou a ser objeto de desejo de ricos e famosos. Quando Émile-Maurice morreu em 1951, seu genro Robert Dumas assumiu o comando da marca. Ele foi o responsável pela introdução das gravatas, malas de viagens, toalhas de praia e perfumes da marca no mercado. A tradição de criar objetos para a casa vem desde a origem da marca. No início, eram produzidas apenas pequenas peças como cinzeiros e toalhas. Em 1974, surgiu o departamento Maison, na loja de Faubourg, em Paris, com a venda dos primeiros conjuntos de toalhas impressas, conhecidas como Léopards. Atualmente, o departamento de lifestyle do grupo desenvolve coleções de mobiliário para escritório, mesa e tapeçarias. Nos anos 80, a marca francesa conquistou um ar despretensioso, sem jamais perder o glamour. Depois de uma passagem gloriosa do designer belga Martin Margiela, a HERMÈS contratou em 2003 o renomado Jean-Paul Gaultier para assumir o posto de estilista da grife. Gaultier, que ficou sete anos no comando criativo da marca, foi substituído em 2011 por Christophe Lemaire, que assumiu a divisão de prêt-à-porter.
-
A chave do sucesso da grife francesa sempre foi à elegância e a sobriedade em suas coleções. HERMÈS não é uma marca que segue qualquer estilo. Na verdade, dita tendências, faz estilo. Sua união entre tradição e inovação, entre tecnologia e talento, é o segredo que confere tamanho frescor a uma marca nascida no século 18, que enlouquece as mulheres sofisticadas ao redor do planeta com suas famosas bolsas e echarpes. A demora em conseguir os itens mais celebrados da marca, como a Kelly, uma tradicional bolsa executiva, e a Birkin, feita especialmente para Jane Birkin (que é co-autora da bolsa), gerou uma das maiores lendas envolvendo a HERMÈS: a fila de espera. Atualmente a sexta geração da família ainda está no comando da empresa, representada por Pascale Mussard, que ocupa o cargo de diretora internacional.
-
A linha do tempo
1923
 Lançamento da bolsa BOLDIE, primeiro modelo a ter zíper como fecho.
1930
 Lançamento da bolsa PLUME, com seu retângulo clássico carregado por Catherine Deneuve.
1951
 Lançamento do primeiro perfume da marca chamado Eau d’Hermès.
1958  Lançamento da bolsa TRIM, feita de lona com bordas de couro, uma das preferidas de Jack Kennedy.
1961  Lançamento do perfume CALÉCHE, um dos mais famosos da história, que possuía uma fragrância deliciosa, suave e refrescante, resultado de uma combinação de essências de néroli, bergamota, limão, lírio-do-vale, sândalo e vetiver.
1969
 Lançamento da bolsa CONSTANCE, modelo a tiracolo com fecho de ferragem em forma de H.
1972  Lançamento da primeira coleção de sapatos femininos.
1976  Lançamento dos famosos braceletes esmaltados.
1984  Lançamento da bolsa BIRKIN, uma criação conjunta da cantora Jane Birkin e do presidente da empresa Jean-Louis Dumas. Geralmente o preço desta bolsa, um dos maiores sucessos até os dias de hoje, começa em US$ 6.000 e pode alcançar facilmente 5 dígitos. A preciosidade pode ser encontrada em vários tamanhos: 25, 30, 35 e 40 cm de largura. A bolsa é a queridinha entre as celebridades, como a inglesa Victoria Beckham, que possui cerca de 100. A mais desejada das Birkin é feita de couro de crocodilo, de cativeiro, que chega a custar €35 mil.
1996
 Lançamento do perfume 24 FAUBOURG.
1999
 Lançamento do perfume HIRIS.
2000  As sofisticadas porcelanas da marca passam a serem vendidas em suas lojas.
2005
 Lançamento do comércio on-line para a venda de seus produtos sofisticados. Os produtos somente são entregues na França, Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha.
2007
 Foi responsável pela criação do helicóptero mais sofisticado do mercado. Tendo como base o elegante modelo EC135 da Eurocopter, o interior do veículo aéreo da grife francesa foi concebido pelo designer italiano Gabriele Pezzini, seguindo a tradição de luxo e sobriedade da marca até o último detalhe. Equipado com bancos forrados de pele, frigobar e oferecendo um grande conforto, o helicóptero se torna o transporte ideal para viagens aéreas de pequena e média distância. Tendo a produção limitada a seis unidades anuais, o EC135 HERMÈS poderá ser personalizado pelo cliente, não só na cor exterior, como igualmente nos materiais utilizados na cabine.
 Lançamento da LINDY BAG, charmosa bolsa que possui várias facetas, é dobrável, tem dois compartimentos distintos e pode ser usada como bolsa de mão ou a tiracolo.
2010  Lançamento do perfume unissex Voyage D’Hermès, inspirado e idealizado por Jean-Claude Ellena perfumista da marca. O novo perfume tem um cheiro almiscarado, fresco e arborizado. Vem em um frasco especialmente concebido e inspirado em uma lupa e possui uma tampa de alumínio que gira revelando o spray.
 Lançamento de uma coleção exclusiva de jóias desenhada por Pierre Hardy. A HERMÈS, que até então só vendia jóias em prata, estreou no segmento da alta joalheria com 14 peças que remetem às raízes eqüestres da marca e levou dois anos para ser concluída. As jóias são feitas sob medida ao gosto do cliente.
 Inauguração de sua primeira loja dedicada exclusivamente ao segmento masculino, localizada na Madison Avenue em Nova York. A enorme loja possui quatro andares.
-
---
O símbolo
Audrey Hepburn usou-os envoltos na cabeça. Grace Kelly fez deles uma tipóia. Madonna preferiu pendurar na alça da bolsa. O primeiro lenço de seda HERMÈS, conhecido em francês como “carré” e inspirado nos modelos usados pelos cavaleiros, foi lançado em 1937 e rapidamente se tornou objeto de desejo de milhares de mulheres que o ostentavam como um sinal de classe e poder. Para a promoção desta peça de 90 centímetros e pintada à mão, muito contribuíram nomes famosos como a rainha Isabel II da Inglaterra, Grace Kelly, Audrey Hepburn, Catherine Deneuve, Jacqueline Bouvier Onassis e mais recentemente Sharon Stone, Sarah Jessica Parker, Hillary Clinton, Elle Macpherson e a cantora Madonna. Ao longo dos anos um dos principais ícones da grife francesa inovou: em 1980 o modelo original foi modificado e surgiu o modelo Plissé, com efeito plissado; em 2001, Martin Margiela, na época diretor artístico da marca, concebeu uma versão mais alongada; e ainda surgiram os carrés “tecnológicos” como Eva e Flacons, o primeiro a prova d’água e o segundo perfumado.
Desenhados por artistas conhecidos, os lenços seguem um longo processo de fabricação, que pode chegar a 30 meses, e necessitam em média de 24 cores diferentes. São vários modelos, longos, triangulares e quadrados, e o mais famoso é o carré Hermès, de 90×90 cm. Um luxo tipicamente francês. O sucesso destes lenços não se mede apenas por quem os usa, mas também pelo número de pessoas que os compram: a cada 25 segundos é vendido um novo exemplar em algum lugar no mundo, principalmente no período do final de ano. Por ano são lançadas duas coleções contendo 12 lenços que custam em média US$ 375 cada. Os tradicionais lenços de seda são feitos, até hoje, em um ateliê em Lyon (região sudeste da França) de forma artesanal. Calcula-se que já tenham sido fabricadas 2.500 estampas por diferentes designers e artistas plásticos. -
-

A produção
Cada produto HERMÈS é exclusivo. Ainda hoje, mais de 165 anos depois de sua fundação, a empresa continua trabalhando com o mesmo padrão de qualidade e sempre primando pelo trabalho artesanal, pela exclusividade dos produtos e pelo valor agregado em cada peça. A HERMÈS se orgulha de ser uma empresa moderna, atual, mas que nunca deixou de perder sua identidade e preocupação em elaborar produtos que sejam fruto do talento humano, muito mais que da tecnologia. Diariamente, cada um dos 620 artesões que trabalham nas 33 fábricas do grupo se dedica a produção de uma única peça, do começo ao fim do processo. A HERMÈS definitivamente não foi afetada pelas idéias do americano Henry Ford, que criou a linha de montagem. Cada artefato que sai de seus ateliês é assinado pelo profissional que o fez, permitindo rastrear com precisão eventuais defeitos de cada peça. A produção escassa é o que garante a HERMÈS uma aura de exclusividade. Essa situação é mais evidente no segmento de bolsas, o produto de maior sucesso da empresa. Para ter acesso a alguns dos modelos Birkin ou Kelly, os mais cobiçados do planeta, é preciso esperar dois anos e pagar cerca de R$ 20.000. Apesar de relativamente pequena, a HERMÈS tem conseguido se destacar em meio a um universo dominado por poderosos e gigantescos conglomerados de luxo. Para garantir este status a marca mantém uma intransigência quase visceral em relação aos padrões exigidos para as matérias-primas empregadas na confecção de seus artigos.
-
-
No início de 2007, os diretores da empresa dispensaram um lote inteiro de pele de crocodilo simplesmente porque a tonalidade apresentada pelo couro do animal, levemente amarelada, não condizia com a cor esperada pela marca. As clientes que estavam na fila à espera de uma bolsa feita com o material, uma das mais caras da grife francesa, estimada em R$ 80.000, tiveram que se conformar com um novo prazo de entrega, dois anos mais tarde. Apesar deste incidente, não houve desistência nos pedidos. Por isso, hoje em dia, existem filas de espera quilométricas para alguns desses produtos, com destaque para os acessórios de equitação e as bolsas Kelly e Birkin. Recentemente a HERMÈS investiu na criação própria de crocodilos para produção de couro e assim confeccionar boa parte de seus produtos. E, para garantir a integridade da pele do animal, deixa os bichos separados, para não brigarem. Tamanho cuidado reflete no preço e na escassez da peça. Uma “Birkin Croco” é quase tão rara quanto uma jóia de rubi. Além das famosas bolsas da grife, existem outros produtos que levam o nobre - e caro - material. Um deles é o relógio de mesa recém-lançado.
-
-
Uma bolsa HERMÈS que precise de conserto será reparada pelo mesmo artesão que a confeccionou. Da mesma forma, os perfumes são pensados, elaborados e produzidos como verdadeiros poemas. Eles são criados a partir da inspiração do perfumista Jean Claude Ellena e de seu talento para transformar, como ninguém, mensagens em aromas. São viagens de sensações e de alma.
-
Os slogans
The best gifts come inside the orange box! (2006)
Mediterranean harvest. (2003)
It's all in the gesture. (2002)
Encounters with the earth's beauty. (2001)
-
- -
Dados corporativos
● Origem: França ● Fundação: 1837 ● Fundador: Thierry Hermès ● Sede mundial: Paris, França ● Proprietário da marca: Hermès International S.A.
● Capital aberto: Sim (1993)
● Chairman: Jérôme Guerrand 
● CEO: Patrick Thomas ● Estilista: Christophe Lemaire ● Faturamento: €1.91 bilhões (2009)
● Lucro: €288.8 milhões (2009)
● Valor de mercado: €15.7 bilhões (janeiro/2011)
● Valor da marca: US$ 4.782 bilhões (2010)
● Lojas: 300 ● Presença global: + 65 países
● Presença no Brasil: Sim (1 loja)
● Funcionários: 8.060
● Segmento: Moda luxo ● Principais produtos: Artigos em couro, roupas, acessórios, bolsas, gravatas, perfumes ● Ícones: A cor laranja e os lenços de seda
● Slogan: The best gifts come inside the orange box!
● Website: www.hermes.com
-
O valor
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca HERMÈS está avaliada em US$ 4.782 bilhões, ocupando a posição de número 69 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.
A marca no Brasil Somente no mês de setembro de 2009 a tradicional grife francesa desembarcou no país com a inauguração de uma luxuosa loja no sofisticado shopping Cidade Jardim em São Paulo. Na quarta loja da América Latina são comercializados cinco mil itens das 17 linhas, todos bem organizados por tema e cores. Tem gravata e os tradicionais lenços de seda, jóias de prata e perfumes, roupa de bebê e linha de casa, sapatos, roupas e até selas e estribos. E as bolsas, é claro. Há 40 modelos diferentes disponíveis na loja, incluindo as famosas e cobiçadas Birkin e Kelly. O Brasil é também um importante fornecedor para a empresa francesa. Desde o início dos anos 90, 100% da seda adquirida pela HERMÈS são originárias de plantações no Paraná e no Mato Grosso.
-
A marca no mundo
A marca está presente em mais de 65 países com mais de 300 lojas próprias (+ 39 espaços em outras lojas - chamadas Store In Store) que vendem artigos de couro, perfumes, bolsas, lenços, roupas, jóias, relógios, gravatas, sapatos, entre outros produtos. O Japão representa o maior mercado para a marca que fatura €1.9 bilhões anualmente. Atualmente a marca possui 17 linhas de produtos, que incluem a moda feminina criada pelo recém contratado Christophe Lemaire; a moda masculina criada por Véronique Nichanian; uma exclusiva linha de sapatos femininos e jóias, ambas criadas por Pierre Hardy; e até exclusivos produtos sob encomenda, que podem variar de uma caixa para violão ao interior de um carro, helicóptero, iate e até mesmo apartamento. Gravatas (que custam no Brasil a partir de R$ 630) e os famosos lenços de seda (a partir de R$ 990), junto com perfumes vendidos em Duty Free em aeroportos do mundo todo e as bolsas, garantem a maior parte do faturamento da marca.
-
Você sabia?  Os produtos em couro representam 30% do faturamento da marca e as roupas 15%.
 Desde sua inauguração a grife francesa nunca fechou uma loja no mundo inteiro.